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Várias imagens de Jesus Misericordioso para abençoar sua vida

Disse Jesus a Santa Faustina:

“Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo,
com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós” (Diário, 47).

Ofereço aos homens um vaso,
com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia.
Esse vaso é a Imagem com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós” (Diário, 327)

“Por meio dessa Imagem concederei muitas graças às almas;
que toda alma tenha, por isso, acesso a ela” (Diário, 570).

Grafica1Jesus Divina Misericordia2Jesus Divina Misericordia3Jesus Divina Misericordia4Jesus Divina Misericordia5

 

A imagem sagrada com a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós”.

A missão da Santa Faustina iniciou-se em 22 de fevereiro de 1931, quando o misericordioso Salvador lhe apareceu em característica visão. Ela viu Jesus vestido de túnica branca, com a mão direita levantada a fim de abençoar, enquanto a esquerda pousava no peito, fazendo com que a túnica, levemente aberta, deixasse sair dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. A Santa Faustina fixou em silêncio o olhar surpreso no Senhor; sua alma, de início espantada, sentia progressiva e vibrante felicidade. Disse-lhe Jesus:

“Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada, primeiramente, na vossa capela e, depois, no mundo inteiro.

Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória.” (Diário de Santa Faustina nº 47-48)

Depois Jesus completa suas próprias explicações. Digna de atenção é esta:

“Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia. O vaso é a Imagem com a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós.” (Diário de Santa Faustina nº 327)

A pedido do seu diretor espiritual, Santa Faustina perguntou ao Senhor qual era o significado dos dois raios que tanto se destacavam na Imagem. Eis a resposta:

“Os dois raios representam o Sangue e a Água: o raio pálido significa a Água que justifica as almas; o rato vermelho significa o Sangue que é a vida das almas. Ambos os raios jorraram das entranhas da Minha misericórdia, quando na Cruz, o Meu Coração agonizante foi aberto pela lança.

Estes raios defendem as almas da ira do Meu Pai. Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido peio braço da justiça de Deus. Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia.” (Diário de Santa Faustina nº 299)

Em outras ocasiões, Jesus voltou a falar sobre a Imagem. Resumimos aqui algumas de suas palavras a este respeito:

“O Meu olhar, nesta Imagem, é o mesmo que eu tinha na cruz.” (Diário de Santa Faustina nº 326)

“Por meio desta Imagem concederei muitas graças às almas. Ela deve lembrar as exigências da Minha misericórdia, porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras.” (Diário de Santa Faustina nº 742)

Os quadros dedicados à Misericórdia Divina, na pessoa do Salvador, são hoje numerosos, mas nem todos são bem recebidos; alguns não tem muita beleza artística. A este propósito, porém, a Santa Faustina já tivera a garantia de Jesus:

“O valor da Imagem não está na beleza da tinta nem na habilidade do pintor, mas na Minha graça.” (Diário de Santa Faustina nº 313)

A Imagem de Jesus Misericordioso deve desempenhar, na devoção, um duplo papel. Em primeiro lugar, ela é, para Nosso Senhor, o instrumento pelo qual distribui as graças. Não é a Imagem que dá as graças, mas Jesus através dela. A imagem não tem nenhum poder autônomo. Para as pessoas, no entanto, essa Imagem deve servir de recipiente para haurir as graças da fonte da Misericórdia.

Em segundo lugar, a Imagem é, por expressa vontade de Jesus, o sinal que deve lembrar a exigência de Cristo de se praticar a Misericórdia. Visto que este papel é infelizmente muitas vezes esquecido, a simples veneração da Imagem, sem atos de misericórdia, não é a devoção que Cristo desejava. Os devotos da Misericórdia devem atender à exigência de Cristo de não deixarem passar nenhum dia sem ao menos um ato de misericórdia: pela ação, pela palavra ou pela oração.

Desse segundo papel da Imagem decorre uma conclusão prática, evidente e muito importante: Jesus espera e exige que a oração confiante à Misericórdia Divina diante dessa Imagem esteja ligada com um exame de consciência sobre como cumprimos as exigências de Cristo de realizar ao menos um ato de misericórdia por dia.

A imagem sagrada com a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós”.

A missão da Santa Faustina iniciou-se em 22 de fevereiro de 1931, quando o misericordioso Salvador lhe apareceu em característica visão. Ela viu Jesus vestido de túnica branca, com a mão direita levantada a fim de abençoar, enquanto a esquerda pousava no peito, fazendo com que a túnica, levemente aberta, deixasse sair dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. A Santa Faustina fixou em silêncio o olhar surpreso no Senhor; sua alma, de início espantada, sentia progressiva e vibrante felicidade. Disse-lhe Jesus:

“Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada, primeiramente, na vossa capela e, depois, no mundo inteiro.

Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória.” (Diário de Santa Faustina nº 47-48)

Depois Jesus completa suas próprias explicações. Digna de atenção é esta:

 

“Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia. O vaso é a Imagem com a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós.” (Diário de Santa Faustina nº 327)

A pedido do seu diretor espiritual, Santa Faustina perguntou ao Senhor qual era o significado dos dois raios que tanto se destacavam na Imagem. Eis a resposta:

“Os dois raios representam o Sangue e a Água: o raio pálido significa a Água que justifica as almas; o rato vermelho significa o Sangue que é a vida das almas. Ambos os raios jorraram das entranhas da Minha misericórdia, quando na Cruz, o Meu Coração agonizante foi aberto pela lança.

Estes raios defendem as almas da ira do Meu Pai. Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido peio braço da justiça de Deus. Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia.” (Diário de Santa Faustina nº 299)

Em outras ocasiões, Jesus voltou a falar sobre a Imagem. Resumimos aqui algumas de suas palavras a este respeito:

“O Meu olhar, nesta Imagem, é o mesmo que eu tinha na cruz.” (Diário de Santa Faustina nº 326)

“Por meio desta Imagem concederei muitas graças às almas. Ela deve lembrar as exigências da Minha misericórdia, porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras.” (Diário de Santa Faustina nº 742)

Os quadros dedicados à Misericórdia Divina, na pessoa do Salvador, são hoje numerosos, mas nem todos são bem recebidos; alguns não tem muita beleza artística. A este propósito, porém, a Santa Faustina já tivera a garantia de Jesus:

“O valor da Imagem não está na beleza da tinta nem na habilidade do pintor, mas na Minha graça.” (Diário de Santa Faustina nº 313)

A Imagem de Jesus Misericordioso deve desempenhar, na devoção, um duplo papel. Em primeiro lugar, ela é, para Nosso Senhor, o instrumento pelo qual distribui as graças. Não é a Imagem que dá as graças, mas Jesus através dela. A imagem não tem nenhum poder autônomo. Para as pessoas, no entanto, essa Imagem deve servir de recipiente para haurir as graças da fonte da Misericórdia.

Em segundo lugar, a Imagem é, por expressa vontade de Jesus, o sinal que deve lembrar a exigência de Cristo de se praticar a Misericórdia. Visto que este papel é infelizmente muitas vezes esquecido, a simples veneração da Imagem, sem atos de misericórdia, não é a devoção que Cristo desejava. Os devotos da Misericórdia devem atender à exigência de Cristo de não deixarem passar nenhum dia sem ao menos um ato de misericórdia: pela ação, pela palavra ou pela oração.

Desse segundo papel da Imagem decorre uma conclusão prática, evidente e muito importante: Jesus espera e exige que a oração confiante à Misericórdia Divina diante dessa Imagem esteja ligada com um exame de consciência sobre como cumprimos as exigências de Cristo de realizar ao menos um ato de misericórdia por dia. (fonte)

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